Segurança do trabalho: os EPIs essenciais

Publicado por redator em

A segurança do trabalho é uma área de extrema importância no mundo do mercado, principalmente no meio industrial. Do exame admissional ao último dia de serviço, é ela quem protege o trabalhador quando acidentes acontecem, e determina regras para evitar problemas.

Dependendo da área trabalhada, uma das formas de garantir essa proteção é a utilização dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

Os EPIs são elementos que os trabalhadores utilizam em determinadas situações para que estejam devidamente protegidos. Inclusive, determinados uniformes são necessários para alguns tipos de trabalho, como em locais muito quentes ou muito frios.

Nesses casos, é possível encomendá-los em fábrica de uniformes específica. Alguns dos exemplos de EPI são:

  • Capacetes;
  • Luvas;
  • Fones contra ruídos;
  • Óculos;
  • Viseiras;
  • Entre outros.

De acordo com a Norma Regulamentadora 6, é responsabilidade da empresa oferecer os EPIs para os trabalhadores de maneira gratuita e em bom estado.

EPI para trabalhos em altura

Cada tipo de trabalho compete um tipo de EPI. Por isso, os EPI para trabalho em altura são específicos dessa área. Esses equipamentos são tão importantes que há uma Norma Regulamentadora específica: a 35. Ela cita os itens obrigatório para que trabalha nessas condições.

1. Capacete específico

Um dos equipamentos necessários para quem atua em altura é o capacete com jugular. Ele contém uma fita que fica presa ao queixo.

Assim, caso haja alguma queda ou qualquer outro problema, ele não se soltará da cabeça do funcionário, evitando tragédias maiores.

2. Cinto de segurança com talabartes

Talvez esse seja o objeto mais imaginado quando falamos em trabalhos em altura. O cinto de segurança 2 pontos abdominal é fundamental para que o trabalhador não corra o risco de cair de um lugar perigoso.

O cinto de segurança contém talabartes, que são outros equipamentos que prendem o servidor para que haja ainda mais segurança.

Esses talabartes são como extensões dos cintos, que permitem mais proteção e, ao mesmo tempo, facilitam o movimento do trabalhador.

Existem três tipos de talabartes: o simples, o Y e o ajustável. O primeiro contem de um a dois pontos para prender o cinto, mas é apenas uma extensão.

O segundo é em formato de Y, que possui três pontos. Já o terceiro pode complementar os dois anteriores, proporcionando ainda mais facilidade para quem estiver usando.

3. Trava-quedas

Ele atua juntamente com os cintos e os talabartes. É parecido com uma presilha, que faz com que os cordões fiquem travados e não corram o risco de cair nem com determinados movimentos.

4. Botinas

Se engana quem acha que os pés não precisam de proteção quando falamos em altura. Sendo assim, existem também as bonitas específicas para estes trabalhos.

Elas são equipamentos antiderrapantes que evitam escorregões e quedas de locais perigosos, como andaimes, escadas e outros.

5. Óculos e luvas

É muito comum, quando estamos em locais altos, sentirmos o vento de maneira mais forte. Isso pode fazer com que poeira e outros resíduos entrem nos olhos.

Por isso, os óculos são tão importantes, principalmente em trabalhos em altura. Assim como a luva, que protege as mãos e torna mais seguro todo o trabalho.

A importância do EPI como um todo

Além de proteger a saúde do trabalhador, os Equipamentos de Proteção Individual também acabam sendo uma proteção para o próprio dono do negócio.

Isso porque, em caso de acidentes de trabalho, quem deve arcar com os custos do tratamento e melhoria dos funcionários é a indústria ou a fábrica. Por isso, comprar os EPIs é um investimento.

Muitas vezes, as consequências de determinados trabalhos vêm após algum tempo, que podem ser meses ou anos. É o caso do fone protetor, por exemplo.

Para evitar problemas com futuros processos e indenizações, é muito melhor que a empresa se disponha a proteger seus empregados. Além de ser uma questão ética, é também uma questão econômica.

Aliás, não só é necessário entregar os equipamentos para os trabalhadores, como também é preciso ensiná-los a usar e fiscalizar a utilização, tanto para garantir que esteja sendo utilizado quanto para confirmar a correta aplicação do item.

Os casos de acidentes e problemas causados pela falta de EPIs são enormes. Por isso, é necessário que isso se torne uma preocupação real e cotidiana tanto das empresas quanto dos próprios empregados.

A saúde é a principal questão priorizada quando o assunto é esse. Respeitando as regras estamos respeitando nosso próprio bem-estar.


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